Obra sobre o Abril Indígena Fiocruz 2026 destaca a relação entre território, memória, comunicação e práticas de cuidado

A Fiocruz lançou a publicação Memórias do Abril Indígena 2026 | Quando a saúde escuta a Terra, que reúne experiências de 17 iniciativas realizadas em 11 estados brasileiros. Com representantes de 74 povos indígenas, a programação mobilizou 8.795 pessoas nas cinco regiões do país.
Organizada em seis capítulos temáticos, a obra aborda saúde e território, crianças e juventudes indígenas, mudanças climáticas, racismo ambiental, saúde mental, medicinas indígenas e comunicação.
Conhecimento, autoria e memória
A etnomídia indígena integra os fundamentos da publicação, reconhecendo os povos como sujeitos de conhecimento, autoria, decisão e memória. Oralidades, imagens e narrativas comunitárias aparecem como práticas que preservam saberes, fortalecem vínculos e ampliam a participação nos debates sobre saúde e políticas públicas.

Conhecimento que retorna aos territórios
A devolutiva às comunidades envolvidas é outro compromisso destacado pela obra. Compartilhar os conhecimentos produzidos exige respeito aos direitos, às formas de organização e às necessidades de acesso à informação de cada povo.
O material também apresenta aprendizados e compromissos para 2027, envolvendo participação indígena, ética na pesquisa, justiça climática e reconhecimento dos sistemas tradicionais de cuidado.
Fonte: Agência Fiocruz de Notícias — leia a matéria original.
Redação Radio Yandê








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